As pirâmides do Egito antigo, um pouco de história da arte com 2 atividades para as crianças.


As pirâmides do Egito antigo

A civilização egípcia floresceu às margens do rio Nilo, no nordeste da África, por volta de 3200 a.C. Foi graças a esse rio que os egípcios desenvolveram o plantio e a criação de animais. Era um povo que registrava seu dia-a-dia nas pinturas, nos túmulos das pirâmides, nas paredes das construções e nos papiros. Com tais registros foi possível compreender como os egípcios viviam e conhecer seus talentos matemáticos, astronômicos e artísticos.

Os egípcios acreditavam em vários deuses , isto é, eram politeístas . Para eles, a vida após a morte era bem mais importante que a terrena. Por esta razão, a vida inteira preparavam-se a para esse momento.

Os faraós, líderes políticos do Egito antigo, eram considerados o elo entre os deuses e os homens. Quando morriam, possuíam alguns privilégios: eram sepultados nas pirâmides com seus escravos e suas fortunas, e para uma melhor conservação do corpo eram mumificados .

As famosas pirâmides de Gizé são uma amostra da arquitetura egípcia. Sua construção foi para abrigar os restos mortais de faraós de três gerações: Quéops, Quéfren e Miquerinos, respectivamente pai, filho e neto.

A pirâmide de Quéops levou mais de 20 anos para ficar pronta e foram mais de 100 mil pessoas que trabalharam na construção dela. Na sua construção foi utilizada blocos enormes de pedra fixada sem argamassa. Há muitas armadilhas e labirintos no seu interior. Foram criados para evitar possíveis saques aos túmulos.

As paredes das pirâmides eram cobertas por hieróglifos. Eram desenhos em símbolos com a mesma função que o alfabeto tem hoje para nós. Através do conhecimento de cada desenho, podemos compreender a mensagem do texto registrado nas paredes. Este tipo de escrita tem como finalidade deixar registrado a vida do faraó que foi sepultado na pirâmide.

A escrita foi uma das mais sofisticadas invenções de civilização egípcia. Durante muito tempo, seu significado permaneceu oculto. Em 1799, os soldados de Napoleão Bonaparte descobriram, na cidade de Roseta, um bloco de granito com inscrições em três escritas: a hieroglífica, a grega e a demótica (escrita egípcia simplificada). Esse bloco, chamado Pedra de Roseta, possibilitou a decifração dos símbolos egípcios e a compreensão de seu sistema de escrita. O antropólogo francês Jean-François Champollin decifrou os hieróglifos com base nessas inscrições, entre 1822 e 1824.

Vamos a atividade?

Transformei as crianças em faraós! Tirei fotos deles de perfil e imprimi em preto e branco. Cortei e colei em papel pardo. Depois, pedi às crianças que usassem lápis para desenhar roupas e com giz pastéis de óleo (pode substituir por giz de cera). Conversamos sobre formas geométricas como pirâmides e triângulos. E conversamos sobre padrões como listras encontrados em tecidos. Também conversamos sobre pinturas egípcias em papiro. Não ficaram ótimos? Eles amaram.



    

Segunda proposta de atividades:

        

Imprima esse alfabeto hieróglifo, e peça para que as crianças escrevam na área destacada acima o seu nome, utilizando os códigos. Caso sejam maiores, sugira a elaboração de uma frase sobre o dia deles. Também é possível, imprimir o alfabeto, pedir que as crianças recortem e montem no molde ao lado as palavras do vocabulário que estudamos ou o próprio nome.

Depois, cole em papel kraft ou pardo e exponha em local que todos possam ver.

Atividade bônus:

Imprima a folha abaixo, e peça que os alunos escrevam sobre o que mais gostaram de aprender sobre a cultura e arte egípcia.

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Este post tem 2 comentários

  1. AUTORIZADO

    MUITO BOA ESSA ATIVIDADE COM O CONTEÚDO DA CULTURA EGIPCIA DÁ PARA ENSINAR MUITA COISA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES.

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